
Responsável por um dos (inesperadamente) melhores concertos
de sempre, lança o segundo disco a 23 de Abril. A avaliar por esta
amostra e pelas outras que já ouvi, a coisa promete.
Entretanto, há muito tempo que não gostava tanto de um disco
como gosto do Neon Bible dos Arcade Fire. E continuo a achar impressionante a forma como conseguem filtrar todas as influências (este disco transpira Bruce Springsteen e Pixies, entre outros)
de forma a que o resultado final seja uma coisa absolutamente nova
e arrebatadora e que a amálgama consiga superar todos os clichés
e lugares-comuns.

















































