The proof (once again) that strangers can really be close to perfection. And the suburbs can be really cool with the right kind of company: thank you J.
Noah and the whale, Five years time Cos I’ll be laughing at all your silly little jokes And we’ll be laughing about how we used to smoke All those stupid little cigarettes And drink stupid wine Cos it’s what we needed to have a good time
And it was fun fun fun When we were drinking It was fun fun fun When we were drunk And it was fun fun fun When we were laughing It was fun fun fun Oh it was fun
Oh well I look at you and say It’s the happiest that I’ve ever been And I’ll say I no longer feel I have to be James Dean And she’ll say Yah well I feel all pretty happy too And I’m always pretty happy when I’m just kicking back with you
E sim, é verdade, ela vem: dia 11 de Junho, à Aula Magna em Lisboa. Provavelmente um dos últimos concertos a que irei durante muito tempo e que me vai lixar uma série de planos, mas sei que vale a pena.
Ps.: E para quem não sabe (eu própria só descobri há uns meses), o The Reminder não é o segundo disco, mas sim o terceiro. O primeiro chama-se Monarch e o segundo Let it die.
Esta é provavelmente uma das poucas bandas que me leva às lágrimas...
Eels, I'm going to stop pretending that i didn't break your heart
... tão rapidamente como à euforia desmedida.
Eels, Trouble with dreams
Com eles aprendi uma regra que já há muito aplicava no cinema e nos discos: nunca sair de um concerto antes de ter a certeza ABSOLUTA de que já acabou, ficar/ouvir/ver até ao fim do fim. Foi graças a isso que não perdi (eu e a meia dúzia de gatos pingados que restava na sala) o baterista Butch (e sim, ainda estou convencida de que aquilo foi uma aposta) a voltar ao palco e a tocar sozinho uma fabulosa/inusitada versão disto:
Kylie Minogue, I just can't get you out of my head
Tipo soco no estômago, tomem e digam lá (se tiverem coragem) que não é possível tornar uma música quase insuportável numa coisa menos má! E depois o regresso, com John Parish incluído para mais um encore.
Todos os anos fico feliz/aliviada/entusiasmada quando chega este dia e ainda em maré de ditados populares, um de entre os muitos que a minha avó costumava dizer: – "a 20 de Janeiro uma hora por inteiro, e quem bem souber contar uma e meia lhe há-de achar!" E vivam os dias maiores e os (re)encontros luminosos que fazem com que tudo pareça/seja mais fácil.
De pequenino se torce o pepino. Se bem que deteste o ditado, entendo que é verdade na sua essência: já ouve música desde que vivia no meu T0 e agora, enquanto finge escolher a mobília, dança ao som do que estiver a tocar na aparelhagem.
Não foi planeado, mas no meu sub-consciente deve haver qualquer coisa que me impele para isto. A minha mãe vestia-nos às 3 de igual, às vezes. Olhando para as fotos antigas, acho sempre graça à forma como conseguia uniformizar as nossas roupas e as dela. Podia ser apenas o tecido mas, muitas vezes, até os modelos eram iguais, feitos por medida na costureira. Dois em miniatura e um grande. Eu era a mais pequena. Hoje ela, tão pequenina, reparou na semelhança, olhei para nós e achei que merecíamos uma fotografia.
Ouvi-a pela primeira vez com o primeiro single e não me detive a tentar descobrir o resto até que, por insistência de um amigo, resolvi dar uma segunda oportunidade à rapariga. Esta não é a minha música favorita, mas acho piada ao vídeo. É a prova (mais uma vez) de que, na Suécia, o frio e a neve aumentam a capacidade criativa musical.
Infelizmente estou em casa. Felizmente poupei uma ida ao correio (que teria que ser feita em tempo extra que não tenho) e pude receber em mãos a encomenda que fiz após não ter tido sorte no leilão aqui. É quente, confortável e prático (para além de lindo) para quem tem pescoços friorentos e compridos. Por isso obrigada eu, Alice!
Why would you speak to me that way Especially when i always said that i haven't got the words for you All your diction dripping with disdain Through the pain i always tell the truth
Lista banal de 22 coisas imprescindíveis (a maior parte tu já sabes fazer!): 1. Tirar fotografias (para nunca nos esquecermos das coisas/pessoas boas) 2. Dançar (com ou sem companhia) 3. Molhar bolachas no leite do pequeno almoço (ou do lanche, ou da ceia) 4. Dar abraços (recebê-los também é bom) 5. Ouvir música e cantar bem alto (para ter banda-sonora) 6. Correr (de preferência na direcção de alguém que está à nossa espera) 6. Cheirar (porque, às vezes, ver não chega) 7. Nadar (no mar ou na piscina, com ou sem mergulhos) 8. Rir (do que vale a pena e do que não vale) 9. Dar passeios (a pé, de carro, combóio ou avião) 10. Fazer bolas de neve (e bonecos) 11. Comer pão com manteiga (e com doce, e com queijo) 12. Ver o céu, as estrelas e a lua (olhar para cima pelo menos uma vez por dia) 13. Dar beijos (repenicados ou nem por isso) 14. Escrever cartas (ou mails, ou sms) 15. Falar baixo (à medida que o volume sobe a razão vai-se perdendo) 16. Desenhar (ou riscar, rabiscar e pintar) 17. Apanhar sol (chuva e ar – às vezes) 18. Comer gelado (derretido é melhor) 19. Tocar xilofone (ou pandeireta, ou outro instrumento qualquer) 20. Beber água (e fazer ahhh!) 21. Ler livros (e fazê-los também) 22. Dizer sempre a verdade (as pernas das mentiras não chegam muito/nada longe)
Although i don't really like this band i've been listening to this music in a regular basis. This video makes me want to take a lot of self-portraits. And maybe i will.
Até podia fazer uma lista de todas as coisas boas que 2007 trouxe e uma também das más. Mas não tenho tempo agora. Na verdade, todos os anos trazem um pouco de ambas as coisas e, no último dia do ano, há sempre a tentação dos balanços e das resoluções. 2008 vai ser – e isto não foi a Maya que disse, fui eu que resolvi – um ano de grandes mudanças. Por isso, hoje à noite, vou comer as minhas 12 passas muito devagarinho para que não me esqueça de nenhum dos meus desejos que (mais coisa, menos coisa), tenho a certeza, irão realizar-se. Porque as boas decisões acabam sempre por dar os seus frutos.
Para os dias em que a vitamina C devia abundar em vez de faltar. (ou as maravilhas que uma máquina de escrever e um xilofone – aka Nuno Rafael – podem fazer a uma música).