
De repente tudo deixa de ter importância a não ser isto.
A sintomatologia atípica, os vários diagnósticos possíveis, a espera, a possibilidade de as notícias não serem boas, a angústia de ser agora ou entretanto.
É assim, de repente, que faço a pergunta que nunca nos tinha passado pela cabeça.
E tenho medo da resposta.

















































